Urgente : Atenção enfermeiros da Atenção Básica do Rio

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O Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro considera importante fazer um balanço de sua participação na luta dos enfermeiros da Atenção Básica pelo respeito aos seus direitos. A nossa entidade, sem fazer distinção entre sindicalizados e não sindicalizados, vem atuando em todas as frentes para fortalecer o movimento.
 
Seja marcando presença nas manifestações, veiculando matérias no seu site e facebook e cobrando de forma veemente soluções das autoridades de Saúde, por ocasião de sucessivas reuniões, o SindEnfRJ têm dedicado à essa luta a prioridade que ela merece.
 
Também do ponto de vista jurídico, colocamos a estrutura do sindicato à disposição da categoria, com advogados sendo destacados para o acompanhamento permanente do caso. Estivemos em todas as audiências no Tribunal Regional do Trabalho,  convocadas pela desembargadora Denise Vidal, a qual, cabe assinalar, tem pautado sua atuação por seriedade e equilíbrio em busca de uma saída negociada para o problema.
 
A forte mobilização dos profissionais da Atenção Básica e as negociações no TRT levaram  as organizações sociais e a prefeitura a retomarem o pagamento dos salários atrasados dos enfermeiros. Mas o sindicato continua pressionando a prefeitura e temos nova audiência agendada no TRT com o objetivo de fazer os devidos ajustes e garantir os nossos direitos.
 
Vale lembrar que, no Rio de Janeiro, o SindEnfRJ é o sindicato que representa a categoria e garante juridicamente seus direitos. Sendo assim, não custa alertar quanto aos inúmeros movimentos que surgem e reuniões que são sugeridas. Alguns caminhos propostos não oferecem plena garantia e, em caso de perdas de direitos, os trabalhadores não terão a quem recorrer.
 
Reitero o compromisso do SindEnfRJ no sentido de continuar firme nessa luta, que não se constrói apenas com reuniões e assembleias. Por outro lado, apelo ao trabalhador que procura o sindicato para que se sindicalize. Essa é única maneira de fortalecer a nossa entidade de classe, pois o exercício dessa representação implica custos elevados.
 
O governo golpista quer acabar com os sindicatos no Brasil. Com isso, você não será mais representado, ficando à mercê do patrão. 
 
Monica Armada – presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro.