SindEnfRJ participa de ato pelas 30h e contra ponto eletrônico

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Protesto reuniu servidores do Hospital Federal de Bonsucesso na manhã desta quarta (8)

 

 

Na manhã desta quarta (8), a presidenta do SindEnfRJ, Mônica Armada, participou de um ato no Hospital Federal de Bonsucesso pela manutenção da jornada de 30 horas semanais nos hospitais federais do Rio e contra a implementação do sistema de ponto eletrônico. Os servidores também protestaram contra a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), que terceiriza e privatiza os serviços de saúde, e pediram o fim das demissões por conta do duplo vínculo e mais contratações por concurso público. A manifestação também contou com a participação da deputada estadual Enfermeira Rejane.

No próximo dia 17 acontece no Rio mais uma reunião de negociação entre as representações sindicais e o Ministério da Saúde, marcada após o SindEnfRJ e outras entidades se reunirem com representantes do Ministério em Brasília e protestarem no Núcleo Estadual do Rio de Janeiro (NERJ) em dezembro. Na reunião, o SindEnfRJ irá cobrar do Ministério da Saúde o cumprimento da legislação que prevê a jornada de 30 horas nos casos de turno ininterrupto (Decreto 1590 e Portaria 1281).

Sindicato aciona Justiça

O SindEnfRJ está acionando a Justiça para suspender a implementação do novo sistema de ponto eletrônico dos hospitais federais do Rio, pois os equipamentos que serão utilizados apresentam uma série de problemas. De acordo com uma perícia, as máquinas não respeitam as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), não possuem selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e não emitem comprovante para os servidores.

Além disso, também não há certeza sobre o sigilo dos dados dos servidores que serão utilizados pelo novo sistema. “Estes problemas geram desconfiança em relação às informações fornecidas pelos equipamentos e podem gerar prejuízos diários aos trabalhadores. Estamos solicitando que a Justiça diga se estas máquinas têm condições de serem usadas e qual a eficiência do novo sistema”, declarou a presidenta do SindEnfRJ, Mônica Armada.